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O apaziguamento norte-coreano de Trump

DENVER – Tendo-se reunido com o líder norte-coreano Kim Jong-un três vezes – sempre com uma frande fanfarra – o presidente dos EUA, Donald Trump, ainda pode acreditar que a desnuclearização está em andamento no Reino Eremita. Se assim for, ele é provavelmente o único a fazê-lo, tendo em conta os frequentes testes de mísseis da Coreia do Norte e as modernizações das suas armas.

Ninguém sabe como será a política da Coreia do Norte daqui a um ano, mas, por enquanto, os dois lados parecem ter o que querem. Trump disputou um impasse desarticulado, que poderia durar até às eleições presidenciais de novembro de 2020 nos EUA, e Kim garantiu uma suspensão dos exercícios militares dos EUA e da Coreia do Sul, em troca de congelar os seus testes nucleares.

As cimeiras com Kim nunca deveriam ter conduzido ao atual entendimento de “congelamento por congelamento”, que enfraquece a aliança entre os EUA e a Coreia do Sul. No entanto, quando se encontrou com Kim pela primeira vez em Singapura, em junho de 2018, Trump decidiu simplesmente seguir os seus instintos. Desde então, tem estado a levar a política dos EUA na direção errada relativamente à Coreia do Norte.

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  1. skidelsky147_Christoph Soederpicture alliance via Getty Images_policechristmasmarketgermany Christoph Soeder/picture alliance via Getty Images

    The Terrorism Paradox

    Robert Skidelsky

    As the number of deaths from terrorism in Western Europe declines, public alarm about terrorist attacks grows. But citizens should stay calm and not give governments the tools they increasingly demand to win the “battle” against terrorism, crime, or any other technically avoidable misfortune that life throws up.