Latin America market Federico Parra/Getty Images

Prosperidade “produzida nas Américas”?

WASHINGTON, DC – Enquanto Canadá, México e Estados Unidos se concentram na quinta rodada de negociações para a modernização do Acordo de Livre Comércio da América do Norte – uma meta bastante incerta – os governos do resto das Américas estão debatendo uma questão de comércio mais fundamental. Quem será seu parceiro comercial dominante do futuro: os Estados Unidos, a Europa ou a China?

Durante mais de um século, a resposta óbvia a essa pergunta foi: “os Estados Unidos”. A proximidade, o poder de influência e a própria força econômica do país faziam dele o centro natural de atenção comercial para a América Latina. E a América Latina é o primeiro ou segundo parceiro comercial mais importante de 37 dos 50 estados norte-americanos.

Em 2016, empresas norte-americanas exportaram um total de US$ 515 bilhões em bens e serviços para a América Latina e o Caribe – quase três vezes mais do que exportaram para a China. Além disso, enquanto os Estados Unidos têm um déficit comercial grande e recorrente com a China, o país tipicamente registra um superávit com seus vizinhos do sul, o que, tradicionalmente, favorece os bens de alto valor e serviços sofisticados que as empresas norte-americanas fornecem.

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