Paul Lachine

A Democracia e as Redes Sociais

NOVA DELI – A 4 de Julho, Narendra Modi, Ministro-Chefe de Guzerate e presumível candidato a primeiro-ministro pelo Partido Bharatiya Janata (PBJ), actualmente na oposição, tornou-se o político Indiano mais seguido no Twitter, com mais de 1,8 milhões de seguidores. (Em abono da verdade: o líder de longa data que ele eclipsou era eu.) A ocasião foi celebrada na Internet pelos apoiantes do PBJ, e despoletou uma série de avaliações relativas ao impacto crescente das redes sociais na política Indiana.

Há quatro anos, quando entrei pela primeira vez no Twitter, muitos políticos Indianos escarneciam o uso das redes sociais. Parecia que qualquer observação minha era retirada de contexto na imprensa, e ampliada até produzir uma controvérsia política. Como o presidente do PBJ da altura, Venkaiah Naidu, me avisou premonitoriamente, “Demasiados tweets podem levar à demissão.”

Até há tão pouco tempo como o passado mês de Setembro, o Economic Times da Índia relatava que, confrontada com tais riscos, a maioria dos jovens políticos Indianos não participava activamente em qualquer rede social. Aqueles que possuíam contas activas faziam apenas publicações esporádicas – e desinteressantes.

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