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Um complicado divórcio financeiro para os EUA e China

OXFORD – As relações entre Estados Unidos e China estão talvez em seu pior momento desde que foram restabelecidas em 1979. No entanto, quando se trata de finanças, a competição é apenas parte da enredo. Enquanto o governo dos Estados Unidos busca sanções financeiras contra a China, as empresas financeiras americanas fazem fila para fazer mais negócios lá – e a China fica mais do que feliz em recebê-las. Essa desconexão persistirá sob o presidente eleito, Joe Biden?

Nos últimos quatro anos, o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quase sempre empregou alavancas financeiras em seu confronto com a China. Por exemplo, tomou medidas para impedir que os planos de pensão do governo federal investissem em ações chinesas e promulgou sanções contra as autoridades chinesas na província de Xinjiang (por violações aos direitos humanos) e Hong Kong (por causa da introdução pelo governo do continente de uma draconiana lei de segurança nacional).

Recentemente, Trump também assinou um decreto que proíbe investimentos por residentes dos EUA em 31 empresas chinesas consideradas como auxiliares na modernização do Exército de Libertação Popular. E, no início deste mês, assinou a  HFCCA, Lei de Responsabilidade das Empresas Estrangeiras que exige que empresas estrangeiras de capital aberto cumpram as regras de auditoria dos EUA dentro de três anos ou serão excluídas da bolsa.

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