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O estímulo sensato de Biden

CAMBRIDGE – Os Estados Unidos e o mundo entraram em recessão há um ano. Normalmente, economistas não conseguem prever onde uma recessão começa. Porém, como a atual nasceu da pandemia de covid-19, eles puderam traçar seu início de modo confiável sem esperar os indicadores econômicos tradicionais.

No fim do segundo trimestre de 2020, o PIB dos EUA tinha mergulhado a um nível recorde de 11%, arrastando a economia de uma estimativa de 1% acima da produção potencial no fim de 2019 para 10% abaixo. Agora, as previsões indicam um crescimento tão acelerado em 2021 que o PIB vai voltar ao pico pré-pandêmico muito em breve. Em 2022, é provável que ele esteja muito acima do potencial. Também há expectativa de que a economia global se recupere, ainda que  não tão depressa quanto a dos EUA.

Alguns advertem agora que a economia americana pode entrar em superaquecimento. Considerando-se esta possibilidade, será que o presidente Joe Biden está oferecendo estímulos demais com seu Plano de Resgate Americano de US$ 1,9 trilhão, promulgado no início deste mês?

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