US Army personnel alone in Iraq desert US Army personnel Iraq desert/Pixabay

The Year Ahead 2016

Unificar a luta contra o Estado Islâmico

BERLIM – Os ataques terroristas de 13 de Novembro em Paris, que atingiram o coração de França e da Europa como um todo, colocaram a ameaça terrorista que o Estado Islâmico (ISIS) representa no topo da agenda da política externa. Na minha opinião, a resposta a estes ataques não pode ser trancar as portas e colocar taipas nas janelas. Renunciar ao nosso estilo de vida e às nossas sociedades abertas seria ceder às pretensões dos terroristas.

A nossa resposta tem de ser, antes de tudo, política: reforçar a vigilância nos nossos países e uma cooperação mais intensa com as autoridades de segurança dos nossos aliados. O Ocidente deve mostrar determinação na luta contra a exclusão social que alimenta o sentimento de alienação, o que implica intensificar os nossos esforços para integrar os muçulmanos e outros imigrantes a todos os níveis. Ao mesmo tempo, é necessário atacar o mal do ISIS nos locais onde teve início: Iraque e Síria.

Na noite dos ataques de Paris, a Alemanha prometeu a França que permaneceria a seu lado. Decidimos recentemente que a nossa responsabilidade de cumprir esta promessa inclui uma contribuição militar para a luta contra o ISIS.

To continue reading, please subscribe to On Point.

To access On Point, log in or register now now and read two On Point articles for free. For unlimited access to the unrivaled analysis of On Point, subscribe now.

required

Log in

http://prosyn.org/b5t4PlS/pt;
  1. Trump visits China Thomas Peter-Pool/Getty Images

    China’s New World Order?

    • Now that Chinese President Xi Jinping has solidified his position as China’s most powerful leader since Mao Zedong, he will be able to pursue his vision of a China-led international order.

    • But if China wants to enjoy the benefits of regional or even global hegemony in the twenty-first century, it will have to prove itself ready to accept the responsibilities of leadership.
  2. Paul Manafort Alex Wong/Getty Images

    The Fall of the President’s Men

    • There can no longer be any doubt that Donald Trump is the ultimate target of Special Counsel Robert Mueller’s sweeping investigation of alleged Russian interference in the 2016 presidential election. 

    • But even if Mueller doesn’t catch Donald Trump in a crime, the president will leave much human and political wreckage behind.
  3. Painted portraits of Chinese President Xi Jinping and late communist leader Mao Zedong Greg Baker/Getty Images

    When China Leads

    For the last 40 years, China has implemented a national strategy that, despite its many twists and turns, has produced the economic and political juggernaut we see today. It would be reckless to assume, as many still do in the US, Europe, and elsewhere, that China’s transition to global preeminence will somehow simply implode, under the weight of the political and economic contradictions they believe to be inherent to the Chinese model.