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O verdadeiro custo da guerra comercial

CHICAGO – Mais um dia, mais um ataque ao comércio. Porque é que todas as controvérsias – independentemente de serem sobre propriedade intelectual (PI), imigração, danos ambientais ou reparações de guerra – produzem agora novas ameaças ao comércio?

Durante grande parte do século passado, os Estados Unidos geriram e protegeram o sistema comercial regulamentado que criaram no fim da II Guerra Mundial. Esse sistema exigiu um corte fundamental com o ambiente de suspeita mútua entre potências concorrentes que existia antes da guerra. Os EUA incentivaram todos a compreender que o crescimento e o desenvolvimento de um país poderia beneficiar todos os países, graças ao aumento do comércio e do investimento.

De acordo com os novos preceitos, adoptaram-se regras para restringir o comportamento egoísta e as ameaças coercivas das potências económicas. Os EUA serviram como potência hegemónica benevolente, administrando a ocasional reprimenda a quem agisse de má-fé. Entretanto, as instituições multilaterais do sistema, especialmente o Fundo Monetário Internacional, ajudavam os países em necessidade extrema de fundos, desde que seguissem as regras.

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  1. skidelsky147_Christoph Soederpicture alliance via Getty Images_policechristmasmarketgermany Christoph Soeder/picture alliance via Getty Images

    The Terrorism Paradox

    Robert Skidelsky

    As the number of deaths from terrorism in Western Europe declines, public alarm about terrorist attacks grows. But citizens should stay calm and not give governments the tools they increasingly demand to win the “battle” against terrorism, crime, or any other technically avoidable misfortune that life throws up.