http://prosyn.org/Yz5Whm1/pt;
New Comment
Email this piece to a friend
Contact us
Please select an option
- Secure publication rights
- Submit a commentary for publication
- Website help
- Careers
- Advertise with us
- Feedback/general inquiries
- Education Subscriptions
- Corporate Subscriptions
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
BERLIM – A situação da Europa é séria – muito séria. Quem teria pensado que o Primeiro-Ministro Britânico David Cameron apelaria aos governos da zona euro para reunir coragem para criar uma união fiscal (com orçamento e política fiscal comuns e dívida pública solidariamente garantida)? E Cameron defende também que a integração política mais profunda é o único caminho para parar a desagregação do euro.
Um primeiro-ministro Britânico conservador! A casa Europeia está em chamas, e Downing Street está a pedir uma resposta racional e resoluta do corpo de bombeiros.
Infelizmente, o corpo de bombeiros é liderado pela Alemanha, e o seu chefe é a Chanceler Angela Merkel. Como resultado, a Europa continua a tentar apagar o fogo com gasolina – a austeridade imposta pelos Alemães – com a consequência de que, em três meros anos, a crise financeira da zona euro se tornou numa crise existencial Europeia.
We hope you're enjoying Project Syndicate.
To continue reading, subscribe now.
Subscribe
Get unlimited access to PS premium content, including in-depth commentaries, book reviews, exclusive interviews, On Point, the Big Picture, the PS Archive, and our annual year-ahead magazine.
Already have an account or want to create one? Log in