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Financiar a transição verde

PARIS – Quatro anos depois de os líderes mundiais assinarem o acordo climático de Paris e adotarem a Agenda 2030 das Nações Unidas com os seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a crise ambiental global mostra todos os sinais de estar a piorar. O gelo polar e os glaciares estão a derreter a um ritmo acelerado. As emissões de gases com efeito de estufa estão a aumentar. As florestas tropicais da Amazónia e da Indonésia estão a arder e as catástrofes climáticas, como tufões, tornados e inundações, estão a intensificar-se, com consequências terríveis para populações inteiras.

Porque é que o mundo se desviou tanto do seu itinerário coletivo em direção ao crescimento sustentável? Na última década, a ação climática envolveu principalmente o elogio a empresas e governos que adotam práticas “verdes”, ao mesmo tempo que aponta o dedo e envergonha aqueles que mantêm políticas “castanhas”. Mas isso não é suficiente. Temos fundamentalmente de repensar o modo como criar um mundo mais sustentável.

O setor financeiro precisará de desempenhar um papel de liderança na ampliação de iniciativas ecológicas, na redução de riscos dos projetos para os investidores e na otimização dos custos de financiamento. E, dada a natureza integrada do crescimento sustentável, as instituições financeiras devem trabalhar mais de perto com os governos, reguladores, empresas, ONG e cidadãos nacionais e locais.

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