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Divulgar o impacte climático é uma questão de bom senso

WASHINGTON, DC – Passo a maior parte dos dias a defender ações que podem ser consideradas radicais. Mas hoje, estou a defender o bom senso. Em março, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) propôs uma nova norma que exigiria que as empresas cujos títulos são negociados publicamente divulgassem os seus riscos relacionados com o clima e as emissões de gases de efeito estufa (GEE). Agora que o período para apreciação pública terminou, a SEC deveria adotar a nova regra de divulgação na sua totalidade.

Conforme escrito, a norma proposta exigiria que as empresas divulgassem os dados de emissões de GEE das suas próprias operações, bem como dos bens que compram e vendem. Isso aplicar-se-ia a todas as empresas cujos títulos são negociados publicamente nos Estados Unidos e, portanto, aos 82 biliões de dólares em negociações que a SEC supervisiona todos os anos.

A regra pode parecer abrangente, mas na verdade trata-se apenas de informação. As empresas deveriam ser obrigadas a partilhar com os investidores sobre como as alterações climáticas podem afetar os seus resultados. A informação é o ganha-pão dos reguladores financeiros, CEO, investidores e mercados em geral. Cada negociação está ligada a um investidor que toma decisões com base nas melhores informações disponíveis. Não há nada de radical em querer mais.

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