http://prosyn.org/N25ZUUA/pt;
New Comment
Email this piece to a friend
Contact us
Please select an option
- Secure publication rights
- Submit a commentary for publication
- Website help
- Careers
- Advertise with us
- Feedback/general inquiries
- Education Subscriptions
- Corporate Subscriptions
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
Please wait, fetching the form
NOVA IORQUE – Os bancos centrais em ambos os lados do Atlântico tomaram em Setembro medidas extraordinárias de política monetária: o tão esperado “QE3” (a terceira dose da flexibilização quantitativa da Reserva Federal dos Estados Unidos), e o anúncio, pelo Banco Central Europeu, da aquisição de volumes ilimitados de títulos da dívida pública dos membros da zona euro que estejam em dificuldades. Os mercados responderam com euforia, com os preços das acções nos EUA, por exemplo, a alcançarem valores máximos pós-recessão.
Outros, especialmente na direita política, estão preocupados com o facto das últimas medidas monetárias poderem potenciar a inflação no futuro e encorajar gastos governamentais desenfreados.
Na verdade, tanto os receios dos críticos como a euforia dos optimistas não têm fundamento. Com tanta capacidade produtiva actualmente subutilizada, e com perspectivas económicas imediatas tão desanimadoras, o risco de inflação elevada é mínimo.
We hope you're enjoying Project Syndicate.
To continue reading, subscribe now.
Subscribe
Get unlimited access to PS premium content, including in-depth commentaries, book reviews, exclusive interviews, On Point, the Big Picture, the PS Archive, and our annual year-ahead magazine.
Already have an account or want to create one? Log in