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Trazer a Polónia de volta à Europa

VARSÓVIA – O apelo recente do presidente francês, Emmanuel Macron, à reforma da União Europeia é um sinal de esperança para todo o continente. Embora tenhamos as nossas divergências, concordamos nas questões essenciais. Macron está essencialmente correcto sobre o que a Europa deve fazer para continuar a florescer. Devemos revitalizar a EU tornando-a mais democrática, coesa, e justa. E temos de fortalecer a Europa contra os inimigos que a querem enfraquecer – nomeadamente, as forças populistas internas e as potências estrangeiras que as apoiam.

Quando os populistas chegam ao poder, como foi o caso do partido da Lei e da Justiça (PiS) na Polónia, sonham em semear a discórdia entre os partidos democráticos da oposição. Mas nós superámos a sua estratégia cínica, ao criarmos a Coligação Europeia de forças oposicionistas antes das eleições para o Parlamento Europeu em Maio. Esta nova aliança democrática, que lidero, já está à frente nas sondagens e está a caminho de derrotar o PiS – primeiro em Maio, e depois nas eleições nacionais deste Outono na Polónia.

Ambas as eleições são fundamentais. A Polónia precisa de um novo governo que respeite o primado do direito e que desempenhe um papel positivo na UE. E a Europa precisa de uma Polónia que, para além de defender os seus próprios interesses, também combata incessantemente pelos valores democráticos essenciais ao futuro da UE.

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    Taking on Tehran

    Richard N. Haass

    Forty years after the revolution that ousted the Shah, Iran’s unique political-religious system and government appears strong enough to withstand US pressure and to ride out the country's current economic difficulties. So how should the US minimize the risks to the region posed by the regime?

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