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GettyImages-1192378859 John Lamparski/Getty Images

Uma nova esperança para a ação climática nos EUA

BOULDER, COLORADO – A Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (COP25), a decorrer atualmente em Madrid, deverá preparar o terreno para se assumir compromissos climáticos nacionais mais ambiciosos. Em nenhum lugar isso é mais importante do que no país em que a liderança nacional em alterações climáticas é menos provável: os Estados Unidos.

Mas um novo relatório deveria dar ao mundo a esperança de que não é demasiado tarde para manter os EUA no caminho das aspirações globais para evitar os efeitos mais catastróficos das alterações climáticas. Isso exigirá uma liderança contínua por parte dos estados, das cidades e das empresas dos EUA que já estão a avançar, juntamente com medidas revigoradas do governo federal.

Os EUA são o segundo maior emissor mundial de gases com efeito de estufa e o maior emissor geral em décadas. Embora a China tenha ultrapassado os EUA em 2006, as emissões acumuladas da América continuam incomparáveis. E, no entanto, longe de liderarem o caminho da ação climática, os EUA, sob o governo do presidente Donald Trump, recuaram em muitas normas federais ambientais e climáticas e indicaram formalmente a sua intenção de se retirarem do Acordo climático de Paris de 2015, até ao final do próximo ano.

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