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hedegaard4_FREDERICK FLORINAFPGetty Images_gretathunbergEUflag Frederick Florin/AFP/Getty Images

A Europa deveria liderar a ação climática

BRUXELAS – Desde o esforço massivo de mobilização que precedeu a Conferência das Partes de 2009 (COP15) em Copenhaga, que o mundo começou a traduzir palavras e intenções em ações reais sobre as alterações climáticas. A liderança europeia - do governo, da sociedade civil e das empresas - desempenhou um papel fundamental na condução do progresso. Tendo em conta tudo o que ainda falta fazer, essa liderança tem de continuar - e tornar-se mais forte.

Os sucessos da última década não deveriam ser subestimados. Em 2010, quando iniciei as minhas funções como comissária responsável pelo clima da Europa, apenas os radicais verdes partilhavam o objetivo de zero emissões líquidas. Muitos consideraram que a meta de redução de emissões em 80-95%, estabelecida pela primeira estratégia a longo prazo da União Europeia, era muito ambiciosa.

Naquela época, poucos acreditariam que dez anos depois a China emergiria como um gigante das renováveis ou que a Volkswagen e a companhia de navegação dinamarquesa Maersk estabeleceriam a meta de atingirem a neutralidade de carbono até 2050. O anúncio simultâneo da Volkswagen de que produzirá 22 milhões de veículos elétricos durante a próxima década teria parecido igualmente improvável.

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