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barnier4_David CliffNurPhoto via Getty Images_climate protest David Cliff/NurPhoto via Getty Images

Chegou a altura para um Acordo Verde na UE

BRUXELAS – O “Novo Acordo Verde” (NdT: no original, “Green New Deal”) tornou-se motivo de discussão em muitas capitais mundiais. Tendo emergido recentemente nos Estados Unidos, a ideia é tributária do visionário programa de recuperação económica lançado pelo presidente Franklin D. Roosevelt em 1933. Mas a Europa pode – e deve – também aplicá-la.

A Europa tem um compromisso de longa data com o ambiente, tendo criado o seu primeiro programa conjunto em 1972. Em 2005, a União Europeia implementou o primeiro regime de negociação de emissões, que continua a ser o maior mercado de carbono do mundo. E em 2015 a UE tomou a dianteira ao negociar o acordo de Paris sobre o clima, e ao comprometer-se a cortar as suas próprias emissões de gases com efeito de estufa em 40% relativamente aos níveis de 1990.

Mas estas medidas, sendo embora importantes, não são suficientes para a escala do desafio enfrentado pelo mundo. As abelhas e outros insectos estão a desaparecer, enquanto a poluição por micro-plásticos se tornou ubíqua. As temperaturas crescentes podem fazer desaparecer o Árctico até 2050, e piorarão os incêndios, secas e cheias de que a Europa já sofre. E à medida que aumentar a poluição atmosférica, também aumentarão as mortes provocadas por doenças respiratórias.

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