kaberuka7_ Minasse Wondimu HailuAnadolu AgencyGetty Images_paul kagame

Capacitar a União Africana

KIGALI – Quando a Organização da Unidade Africana (OUA) foi fundada em 1963, o imperador Hailé Selassié da Etiópia, o primeiro presidente do bloco, lançou uma chamada de alerta: “Aquilo de que precisamos é de uma única organização africana, através da qual a voz única de África possa ser ouvida, e dentro da qual os problemas de África possam ser estudados e resolvidos. Precisamos de uma organização que viabilize soluções aceitáveis para os litígios entre africanos e que promova o estudo e a adopção de medidas para a defesa comum e de programas para a cooperação nos campos económico e social”.

Ao promover a integração económica de África, salvaguardando a sua soberania e integridade, e projectando a sua voz e defendendo os seus interesses a nível mundial, a OUA – e a sua sucessora, a União Africana – tentou concretizar a libertação e capacitação completas do continente. Mas, para poder cumprir esta missão, a UA precisa de recursos próprios fiáveis.

Isto será principalmente um problema de mentalidades, e não de meios. Felizmente, as mentalidades estão a começar a mudar.

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