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ang3_JOHANNES EISELEAFP via Getty Images_chinashanghaipeopledailylife Johannes Eisele/AFP via Getty Images

Perder o panorama geral da redução da pobreza

ANN ARBOR – O Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel deste ano foi atribuído a Abhijit Banerjee, Esther Duflo e Michael Kremer pela sua abordagem experimental para a redução da pobreza. Na perspetiva do Comité Nobel, o uso de estudos controlados randomizados (ECR) por parte dos economistas, um método adaptado das ciências médicas, para testar se o funcionamento das intervenções específicas “melhorou consideravelmente a nossa capacidade de combater a pobreza global”.

Mas, enquanto alguns comemoram o reconhecimento de uma nova maneira de lidar com um problema antigo, outros duvidam que “dividir esta questão em questões mais pequenas e mais fáceis de gerir”, tal como o Comité Nobel expõe a questão, pode realmente reduzir a pobreza em larga escala. Manifestamente ausente desse debate está a experiência da China, que é responsável por mais de 70% da redução da pobreza global desde a década de 1980, sendo o caso de maior sucesso na história moderna.

Nas últimas quatro décadas, mais de 850 milhões de pessoas na China fugiram da pobreza. No entanto, tal como Yao Yang da Universidade de Pequim constata, isso não teve “nada a ver com os ECR”, nem consistiu em oferecer apoio aos pobres – em vez disso, foi o resultado de um rápido desenvolvimento nacional.

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