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parshotam1_MOHAMED-ABDIWAHABAFPGetty-Images_africa-refugees MOHAMED ABDIWAHAB/AFP/Getty Images

Ajudar a África a ajudar os refugiados

JOANESBURGO – O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) registou um total de 68,5 milhões de pessoas deslocadas à força em todo o mundo em 2017, o número mais elevado em décadas. Este número incluiu 25,4 milhões de refugiados, ou 2,9 milhões a mais do que em 2016, representando o maior aumento anual já registado.

Ao contrário das perceções populares no Norte Global, 85% destes refugiados estão em países em desenvolvimento e quatro em cada cinco permanecem em estados próximos dos seus, de acordo com o ACNUR. Isto levou a medidas internacionais para promover uma partilha mais equitativa da responsabilidade para com os refugiados e para fornecer recursos financeiros, e outros, aos países em desenvolvimento que os acolhem.

A afirmação da Assembleia Geral da ONU no passado mês de dezembro de um Pacto Global sobre Refugiados, com a sua tão necessária necessidade de responsabilidade partilhada pelo acolhimento de refugiados, marcou um passo na direção certa. Mas o pacto não é juridicamente vinculativo e não tem mecanismo de aplicação. Isto levanta questões sobre se isso pode influenciar os governos nacionais e ter algum impacto em lidar com a crescente crise global de refugiados, especialmente dada a crescente hostilidade mundial em aceitar refugiados.

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