fofack1_FABRICE COFFRINIAFP via Getty Images_ wto director general Fabrice Coffrini/AFP via Getty Images

Fazendo a OMC funcionar para a África

LAGOS – A disputa para suceder Roberto Azevêdo no cargo de diretor-geral da Organização Mundial do Comércio está entrando em uma nova etapa crucial, com a primeira rodada de votação pelos integrantes da OMC marcadaparaacabar em 16 de setembro. Três dos oito competidores são africanos: NgoziOkonjo-Iweala, ex-ministra da Fazenda da Nigéria; AminaMohamed, ex-diretora queniana do Conselho-Geral da OMC; e Abdel-Hamid Mamdouh, ex-negociador comercial egípcio e funcionário da OMC.

Os africanos estão esperançosos de que um destes três candidatos altamente competentes sairá vitorioso quando for anunciado o vencedor em novembro. Porém, quem quer que eventualmente prevaleça - três dos oito candidatos serão eliminados depois da primeira rodada -, a África precisa cobrar igualdade de tratamento por parte da OMC.

O comércio é vital para o desenvolvimento da África e também para gerar empregos bons o bastante para absorver os 17 milhões de jovens que entram na força de trabalho todo ano. Contudo, durante muito tempo, as regras do comércio global têm deixado o continente com as sobras.

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