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ovadia1_Tom StoddartGetty Images_manwalkingoilpipes Tom Stoddart/Getty Images

Uma janela de oportunidade para os combustíveis fósseis africanos

WINDSOR, ONTÁRIO – Em agosto, uma placa foi colocada no local onde se situava o outrora icónico glaciar Okjökull da Islândia, antes de as alterações climáticas o terem transformado num lago. “Este monumento”, pode-se ler na placa, “é para reconhecer que sabemos o que está a acontecer e sabemos o que é preciso ser feito. Só tu sabes se o fizemos”.

O que está acontecer é a aproximação rápida de uma catástrofe climática, alertam o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas e praticamente toda a comunidade científica. E embora haja muita coisa que tenha de ser feita para evitá-la, para as regiões em desenvolvimento como a África, isto exigirá uma nova estratégia para a industrialização.

De várias maneiras, o mundo está finalmente a começar a levar a sério as alterações climáticas. Um total de 195 países assinaram o acordo climático de Paris de 2015. Nos Estados Unidos, apesar de o presidente Donald Trump se ter retirado do acordo de Paris (e ter reduzido as proteções ambientais), os governos estatais assumiram o compromisso de atingir os seus objetivos e os candidatos presidenciais democratas estão a propor estratégias climáticas ambiciosas.

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