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maunganidze1_SIMON MAINAAFPGetty Images_african union Simon Maina/AFP/Getty Images

África é o defensor secreto do multilateralismo

PRETÓRIA – O compromisso dos países africanos com o multilateralismo passou muitas vezes despercebido. Mas, numa altura em que o mundo está a virar cada vez mais as costas às instituições partilhadas, isso poderá mudar, com África a emergir como um defensor vocal – e empoderado – do multilateralismo a nível regional, continental e global.

Há muito que os países africanos reconhecem o papel integral do multilateralismo na promoção do desenvolvimento, prosperidade e paz. É por isso que, além de apoiar os esforços globais - como as Nações Unidas, o Movimento Não-Alinhado e o G77 –, África fundou a Organização da Unidade Africana (OUA) em 1963. Entre as décadas de 1960 e 1990, as iniciativas multilaterais forneceram um apoio crucial aos países africanos, à medida que escapavam do colonialismo e acabavam com o apartheid.

O sucessor da OUA, a União Africana (UA), incorpora a convicção generalizada de que a cooperação global e a integração regional são imperativos continentais. Sendo um pilar do multilateralismo global, a organização de 55 membros é particularmente eficaz na Assembleia Geral da ONU, onde os números elevados são essenciais para a aprovação de propostas.

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