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As empresas têm de impulsionar a transformação de África

ADDIS ABABA – O Acordo de Livre Comércio Continental Africano (AfCFTA), lançado na 12.ª Cimeira Extraordinária dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana em julho de 2019, é o maior acordo comercial multilateral desde a fundação da Organização Mundial do Comércio. Abrangendo mil milhões de pessoas e representando mais de dois biliões de dólares do PIB do continente, o AfCFTA promete sustentar o dinamismo dos mercados de África nos próximos anos.

Mas, se o objetivo do AfCFTA é cumprir a sua promessa, as empresas africanas precisarão de se preparar para um novo cenário económico mais competitivo. Entre 2000 e 2018, o mercado africano cresceu 4,6% por ano e a procura interna movimentou 69% desse crescimento. Mas agora é a hora de o continente atingir o seu pleno potencial no que diz respeito ao desenvolvimento económico, criação de empregos e redução da pobreza.

Com cerca de 22% dos africanos em idade ativa a iniciarem novos negócios - em comparação com os 19% na América Latina e os 13% na Ásia – África tem a maior taxa de empreendedorismo do mundo. Mas as empresas africanas precisarão de melhorar as suas capacidades organizacionais, produtivas e tecnológicas. Para isso, a próxima segunda edição do principal relatório económico da União Africana, Africa’s Development Dynamics, produzido em parceria com o Centro de Desenvolvimento da OCDE, propõe uma estratégia dividida em três vertentes para os líderes empresariais e os governantes seguirem.

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