verkooijen1_Marcus YamLos Angeles Times via Getty Images_california wildfire Marcus Yam/Los Angeles TImes via Getty Images

Viver com as alterações climáticas

ROTERDÃO — Para aqueles que ainda estão indecisos quanto às consequências do aquecimento global, o Verão de 2018, um dos mais quentes de sempre, deve ter feito oscilar a balança. Em latitudes e longitudes remotas, as regiões estão a lutar com as repercussões de eventos em larga escala relacionados com o clima.

No sul dos Estados Unidos da América, as cidades e as vilas atingidas pelo furacão Florence, em Setembro, ainda estavam a recuperar das cheias quando o furacão Michael trouxe mais inundações em Outubro. Na Califórnia, os bombeiros estão a trabalhar no rescaldo do maior incêndio incontrolável na história daquele Estado. Além disso, nalgumas regiões da América Latina, da Europa, da África e da Ásia, a produção agrícola está em queda livre após meses de calor sufocante.

O arrefecimento da temperatura em pouco contribuiu para aliviar o sofrimento. De acordo com a Administração Nacional Oceanográfica e Atmosférica, condições de seca “moderada” a "excepcional” cobrem 25,1% dos Estados Unidos da América. Contudo, as condições de seca “extrema” e “excepcional” - as piores categorias - aumentaram a sua cobertura para 6,3% do país, contra os 6% registados em meados de Setembro. Alguma regiões da Austrália também se debatem com a pior seca registada desde há uma geração.

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